"Creiam-me, o menos mau é recordar; ninguém se fie na felicidade presente;
há nela uma gota de baba de Caim."
[Machado de Assis, 1876]
anotações sobre literatura, notas de aula, reflexos da cultura e a prática culta da vida
Nesse
ponto prefiro homens como Oswald de Andrade, que é um dos sujeitos
mais extraordinários do modernismo brasileiro; como Prudente de
Moraes Neto; Couto de Barros e Antônio de Alcântara Machado. Acho
que esses sobretudo representam o ponto de resistência necessário,
indispensável contra as ideologias do construtivismo. Esses e alguns
outros. Manuel Bandeira, por exemplo, que seria para mim o melhor
poeta brasileiro se não existisse Mário de Andrade. E Ribeiro Couto
que com Um
homem na multidão acaba
de publicar um dos três mais belos livros do modernismo brasileiro.
Os outros dois são Losango
cáqui e Pau-Brasil [livros da autoria de Mário e de Oswald de Andrade, respectivamente],”