21.5.15

modernismo incidental?

pois é, gente, estava eu às voltas com todo esse universo de poesia que se ajunta na pena e na prova dos nove da vida de poetas que apareceram para o Brasil pelos idos de 1920 e 1930 -- Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Oswald de Andrade, Carlos Drummond e Murilo Mendes --, articulando mapas astrais e constelações terrenas da poesia que aparecendo por cá se constituiu em revelação mesma de nós mesmos, e vai que deu uma vontade de ouvir um velho disco da banda Karnak intitulado Alma não tem cor; e sem lembrar muito que me satisfiz de ouvir reverber-ações daquela poesia na música contemporânea de André Abujamra e companhia; ouçam e reparem o que se pode identificar como certo modernismo incidental nas ótimas faixas... incidental?


13.5.15

A janela do caos: trajetória poética de Murilo Mendes

Percorra a trajetória poética de Murilo Mendes através de A janela do caos, filme de José Sette.


9.5.15

Baudelaire por Léo Ferré

Para ouvir poemas de Charles Baudelaire em forma de canção.


29.4.15

Vanguardas de Huidobro

Para conhecer os manifestos do poeta chileno Vicente Huidobro (1893-1948), assim como acessar outros documentos importantes para a compreensão das vanguardas na América Hispânica, vale uma visita ao Museu Vicente Huidobro.



http://www.museovicentehuidobro.cl/

O inventado e o vivido na tumba de Huidobro

Ando esses dias pesquisando sobre a poesia e o lirismo modernos e modernistas, e era fatal que deparasse com as vanguardas, do velho e do novo mundo. Um dos nomes importantes das vanguardas do novo mundo é o de Vicente Huidobro (1893-1948), nascido no Chile, talvez tão importante nas primeiras décadas do século XX como desconhecido atualmente. Procurando por material a respeito de Huidobro, encontrei uma película interessantísssima (como diria Mário de Andrade, que aliás nasceu no mesmo ano que Huidobro e cita o poeta chileno em A Escrava que não é Isaura). O filme se chama La tumba abierta de Vicente Huidobro (2004), e chama atenção não apenas pela sensacional vida do poeta, sobre a qual circulam muitas lendas, mas pela documentação que apresenta, parte dela acessada na Fundacion Vicente Huidobro. Vale a pena conferir.


19.2.15

13.2.15

Morro da Favela e o Modernismo

lembro de uma das participações de Glauber Rocha no programa abertura, no começo dos anos 1980, em que ele conversava com um ilustre morador da favela Santa Marta, o Brizola, que dizia que sem aquele morro o bairro (Botafogo) era coisíssima nenhuma (os termos do Brizola são mais saborosos).. pois é, acho que podemos dizer que a presença da favela é algo de fundamental importância para se compreender a produção artística e a cultura da primeira metade do século XX. de Euclides da Cunha à poesia concreta, há uma presença efetiva ou virtual desse espaço urbano a parte na cidade, para o qual olhamos com desgosto ou simpatia. sem a favela, o modernismo era coisíssima nenhuma..


31.1.15

por ocasião do dia do mágico

bom dia para começar as atividades deste picadeiro neste ano que desponta. o dia do mágico é ocasião pra ver F for fake, de um dos mágicos maiores do cinema, Orson Welles. não percam, cinema também é...